COMO ALEGRAR UMA CRIANÇA
Ganhei esta estatueta do Bom Emir de aniversário hoje. Fiquei bobo com a fiel interpretação do Monstro de Zazanov. Foda mesmo, só vendo ao vivo. É um trabalho de Fernando Romeiro, o cara que carrega exatamente a mesma cruz que eu todos os dias.
ANDRE DAHMER - Quinta-feira, Setembro 14, 2006
falaram sem saber:
Quarta-feira, Setembro 13, 2006
SCOTT WADE
A arte breve e efêmera de Scott Wade, o homem que desenha em vidros de carros sujos...
ANDRE DAHMER - Quarta-feira, Setembro 13, 2006
falaram sem saber:
Terça-feira, Setembro 12, 2006
A VONTADE DO POVO
Depois de tantos pedidos, está de novo na loja da Malvadoscorp a antológica camisa "Evito pensar"...Aproveitem enquanto tem.
ANDRE DAHMER - Terça-feira, Setembro 12, 2006
falaram sem saber:
Segunda-feira, Setembro 11, 2006
BRASIL SOLIDÁRIO
Não deu outra, os cachorrinhos ganharam...
ANDRE DAHMER - Segunda-feira, Setembro 11, 2006
falaram sem saber:
Domingo, Setembro 10, 2006
A HORA DO BANHO
Sou um cara conhecido pelo desapego com o meu trabalho. Já dei mais de duas centenas de telas para amigos, todas pintadas nos últimos dez anos de estudos. Alguns destes amigos, como Magoo, Clarisse e Benildo, possuem até quatro ou cinco telas de diferentes épocas. Não sinto falta da maioria delas e também fotografei poucos dos quadros antes deles partirem para outras moradas. Mas alguns poucos, eu realmente sinto que jamais deveria ter dado ou vendido. Sinto falta mesmo, saudades. Este quadro acima é um destes casos. Foi feito para uma exposição em 2000, no Rio de Janeiro. "A Hora do Banho" foi vendido na época por um dinheirinho qualquer, para um carinha que provavelmente nunca mais verei na vida. Não o queria de volta por ser um bom quadro. Afinal, fiz muitos quadros ruins com vinte anos. Queria mesmo pela memória da época, a lembrança do caminho que trilhei na pintura. Olhando ele agora, sinto o cheiro de mato do meu primeiro ateliê no Vidigal, aos 23 anos. Tempos bonitos, apesar das incertezas e do medo do futuro. Tempos de entrega do corpo e da cabeça para a pintura, quando tudo era menor perto desta madrinha gostosa.
